Para Mulheres que querem Parar de Descontar as Emoções na Comida

E que buscam Resgatar sua Força e sua Motivação por uma VIDA com Alegria, Significado e Propósito.

Chegou a hora de olhar para sua relação com a comida de uma forma madura, leve e revolucionária. E a partir deste olhar construir um relacionamento mais profundo e saudável com você mesma, com seu corpo e com o mundo.

Vamos seguir juntas pelos próximos 3 meses

2 Encontros semanais, Workbook e acompanhamento terapêutico para que você possa parar de descontar suas emoções na comida, ter apoio emocional e desenvolver sua Força e Equilíbrio na vida.

Desenvolvo um trabalho profundo com mulheres que descontam as emoções na comida

desde que percebi que este é, sem dúvida, o maior problema das mulheres que engordam ou que não conseguem emagrecer de vez. Pude constatar que não falta informação nutricional pra ninguém e que o verdadeiro problema é que comemos quando estamos ansiosas, tristes, cansadas, entediadas, felizes, comemorando, sozinhas, irritadas e que sem aprender a lidar com as emoções, não adianta só treino e dieta.

Mulheres que comem as emoções comem escondido, rápido, com culpa, tentam parar, mas não conseguem e prometem mentalmente dezenas e dezenas de vezes que é a última vez. Mas nunca é. E não será enquanto não conhecermos os gatilhos emocionais que (parece que) só a comida alivia.

A pressa para emagrecer e a sensação de nunca sermos definitivamente magras e satisfeitas com o corpo, nos fez  esquecer de quem somos, de onde viemos e depois de tantas tentativas frustradas e efeito sanfona, nos sentimos SOZINHAS e fracassadas.

A Comunidade Mulheres que Não Comem as Emoções, nasceu da necessidade em ver uma grande mudança entre mulheres interessadas em sair desse jogo de esconde-esconde com a comida (essa relação de amor e ódio), que querem se conhecer, ter motivação, apoio, entender porque a comida parece enfeitiçar – na hora que a vontade de comer vem, parece que esquecemos totalmente o desejo de emagrecer. Só assim, vamos ocupar o centro de nossas vidas e tirar a comida do foco central – como deve ser.

Por que fazer parte da comunidade Mulheres que Não Comem as Emoções?

O comer emocional é secreto. Só nós mesmas sabemos todas as escapadinhas e beliscadinhas que damos.

Só nós conhecemos todas as nossas justificativas.

Só nós sentimos todas as nossas emoções. E sim, elas parecem sempre muito urgentes e intensas. Seguidas pela esperança de fazer diferente no dia ou na refeição seguinte.

Quem admite isso?

Eu sempre busquei um grupo de mulheres que não competem entre si, que admitem sua vulnerabilidade e falam abertamente da dificuldade de se controlar com comida, da sensação de se sentir viciada em doces, de não conseguir pensar em outra coisa enquanto não comem “aquela” comida que deu desejo. Pra superar isso, não basta querer. É preciso compreender, curar e saber que não estamos sozinhas.

TORNE-SE UMA NOVA MULHER

Essa jornada é a sua oportunidade de transformar
seu jeito de se ver, sentir e se relacionar com seu corpo e com comida como nunca.

Uma jornada que vai te ajudar a se encontrar e  criar a mudança que você mais precisa e deseja.

5 razões para você fazer parte desta comunidade

1. Resgatar a si mesma

“Todas nós começamos como um feixe de ossos perdido em algum ponto no deserto, um esqueleto desmantelado que jaz debaixo da areia. É nossa responsabilidade recuperar suas partes.”

Este é o princípio de crescimento pessoal e de autorrealização inegável. A coragem de ser você mesmo. E pra isso você vai precisar resgatar sua essência, aprender a fugir das armadilhas e dos predadores externos e internos da nossa psique.

2. Aprender a ser forte

“Ser forte não significa exercitar os músculos. Significa encontrar seu próprio brilho sem fugir, vivendo ativamente com a natureza selvagem de uma maneira própria. Significa ser capaz de aprender, ser capaz de defender o que sabemos. Significa se manter e viver”.

Essa é uma das frases mais valiosas do livro ‘Mulheres que correm com os lobos’… Atualmente a mulher continua sendo definida como “o sexo frágil”. Fraqueza e fragilidade são os adjetivos que sempre acompanharam a figura feminina. Forte não é quem consegue levantar mais pesos nos braços, quem consegue carregar mais quilos nas costas nem quem resiste mais em uma corrida. Forte é quem encara, quem não foge, quem mostra sem medo sua identidade, quem não se rende, quem vive com alegria e coragem.

3. Vai descobrir os efeitos de não amar a si mesma

“Nosso apetite secreto por sermos amados não é bonito. Nosso desuso e mau uso do amor não é bonito. Nossa falta de lealdade e devoção é pouco amorosa, nosso estado de separação da alma é feio, são verrugas psicológicas, insuficiências e fantasias infantis”.

Os efeitos de não amar a nós mesmos são devastadores. O ato de viver frente a esse exterior no qual tentamos nos ajustar a um modelo de mulher sempre artificial, homogênea e subordinada aos outros nos leva à infelicidade. Nós devemos, portanto, observar a natureza como fizeram nossas antecessoras para redescobrir nosso valor, nossa importância e a energia que nos alimenta e nos torna fortes.

4. O verdadeiro amor

“O amor na sua forma mais plena é uma série de mortes e renascimentos. Deixamos ir uma fase, um aspecto do amor, e entramos em outra. A paixão morre e é trazida de volta.”

O amor é a única forma que nunca se extingue ou se apaga para sempre. É uma entidade transformadora que se estende, que nos permite amadurecer, que morre e renasce, que às vezes nos tira a vida e, mais tarde, nos devolve. Vemos coisas assim todos os dias.

5. Como sair do fundo do poço

“A melhor terra para semear e fazer crescer algo novo outra vez está no fundo. Nesse sentido, chegar ao fundo do poço, apesar de extremamente doloroso, também é um terreno para semear.”

As pessoas têm um medo atroz de chegar ao fundo do poço. Será que existe alguma coisa pior? É chegar ao limite das nossas forças, é perder tudo, até a esperança. No entanto, o que mais podemos perder quando já perdemos tudo? Nesse momento, surge algo novo, algo mágico inclusive. Nós tiramos nossas peles, nossos artifícios e pesos mortos para subir, para crescer muito mais fortes…Essa é uma das frases mais maravilhosas do livro ‘Mulheres que correm com os lobos’.

nos nossos relacionamentos, nos quais a paixão dá lugar à intimidade e ao compromisso mais amadurecido, nos quais, às vezes, após um término surge um amor renovado e mais intenso…

O mundo não nos quer inteira. Ele não aceita nossas dores, nossos medos, nossas sombras. O mundo nos quer pela metade, sempre disfarçando, com um sorriso no rosto, o inaceitável, o inadequado!

Nos disseram muitas coisas que não podíamos ser, falar, ou fazer.

Já nos disseram que não podíamos pensar diferente,  nem que poderíamos ser  independentes. Já nos disseram que tínhamos que ficar caladas, obedecer e aceitar sermos abusadas.

Já fomos chamadas de loucas, histéricas e frágeis demais.

Já nos julgaram, machucaram.  Já nos subestimaram, humilharam e  até ameaçaram.

Mas no fundo eles sabem, que a alma de uma mulher pode ser ferida, até mesmo mutilada, mas é quase impossível eliminá-la.

Este é uma comunidade para mulheres que estão cansadas de se sentir sozinhas, se sentem fracassadas por não conseguirem emagrecer e querem mais autonomia emocional.

O que esperar dessa comunidade?

Eu acredito no poder e habilidade que cada pessoa tem de se curar, crescer e se transformar. Nunca é tarde. E eu sou apaixonada por esse trabalho porque vejo grandes transformações diariamente. Mulheres despertando, se curando e criando uma nova vida com paz, equilíbrio, e construindo relacionamentos saudáveis e profundos.

Imagine…

O que aconteceria se você resolvesse seus conflitos internos e encontrasse alguém para compartilhar sua vida.
O que você faria tendo mais amor próprio?
O que você fazia confiando mais em você mesma?
Quem você seria?
As possibilidades são infinitas.
Está na hora de parar de investir em soluções paliativas e gastar seu tempo e energia com medo, carência afetiva, ansiedade, autocrítica e auto rejeição. Use essa energia para criar a vida que você está aqui pra viver.

Mulheres que Não Comem as Emoções é pra você se você:

O Que você vai receber ao se Inscrever:

TOTAL: R$1982

NORMALMENTE

12 x 97,00

ou 997,00 à vista

SÓ HOJE: 12 x 49,00

Ouça o chamado!

O Grupo Terapêutico Mulheres que Não Comem as Emoções é o espaço que você sempre buscou e nem imaginou que existia. É o lugar onde você vai encontrar todo o acolhimento, muito (auto)conhecimento e ferramentas para parar de usar a comida ora como sua muleta, ora como um anestésico e gradualmente se sentir no controle na sua relação com a comida.

Está na hora de uma grande transformação!

Lígia Fabreti

Depois de entender que meu problema não era saber fazer dieta ou saber o que fazer para emagrecer, percebi que meu problema era que eu comia quando estava triste, cansada, ansiosa, com medo, irritada, entediada e por qualquer outra coisa que acontecesse fora do meu controle.

Estudei Psicologia da Alimentação no Institute for the Psychology of Eating e desde 2015 ajudo mulheres a a abandonar o relacionamento abusivo com corpo e comida, a resgatar sua identidade e encontrar um modelo de vida com sentido e que valha a pena ser vivida – e que não gire em torno apenas do que se pode e não se pode comer.

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